sábado, 23 de maio de 2009

Serviço de perguntas e respostas da WebCo prepara ainda integração com Orkut.


O serviço de perguntas e respostas online Brasigo, da startup brasileira WebCo, revelou nesta quinta-feira (21/05) a integração de vídeos nas perguntas publicadas no serviço.Segundo post no blog oficial do Brasigo, usuário podem publicar vídeos hospedados nos serviços YouTube e Vimeo com a inclusão do link em um campo específico.


A ferramenta guarda semelhanças tanto com as plataformas de publicação multimídia Tumblr e Meme, criada pelo Yahoo Brasil e atualmente em testes fechados.A integração de vídeos segue a reformulação visual pela qual o serviço passou no final de abril, com a inclusão do perfil do usuário em todas as páginas navegadas e a integração com redes sociais como destaques.


No segundo semestre, entrará no ar também widgets para o Orkut que permitirão a interação com conteúdo do Brasigo a partir da rede social do Google.Desde sua estreia, no final de abril de 2008, o Brasigo acumula 31 mil perguntas e quase 168 mil respostas.


Segundo dados do Ibope Nielsen Online, o Brasigo registrou 112 mil usuários únicos residenciais durante o mês de abril.
Na pergunta, vai ficar assim:







Na resposta, assim:







Internet:






POSTADO POR:

Nathalia Alves Ferreira

Sociedade do espetáculo


Segundo o filósofo francês Guy Debord, vivemos numa "sociedade do espetáculo". Em razão do crescimento, diversificação e intensificação dos meios de comunicação, todas as relações humanas passaram a ser mediadas pela imprensa. Como os meios de comunicação constituem o local privilegiado onde a sociedade se contempla e critica, tudo se transforma ou pode se transformar em espetáculo.
Marx disse que a tragédia histórica renovada não passa de uma farsa. Se consideramos a farsa marxiana como uma encenação midiática, pode-se dizer que vivemos numa farsa diariamente renovada através dos meios de comunicação.






A política, arte de discutir e resolver em conjunto os problemas da poli (cidade), surgiu como uma expressão do cotidiano ateniense sob a democracia. Onde os súditos apenas obedecem não há política, mas tirania.
A mídia diz que vivemos numa democracia. Contudo, nossa participação na vida pública é tão limitada que não podemos, por exemplo, reduzir ou congelar os salários de nossos servidores públicos. Sob esta farsa democrática, nossos administradores, legisladores e juízes se comportam como verdadeiros tiranos e a mídia só não sugere que devemos apenas obediência aos mesmos para manter intacta a impressão de que a democracia é uma verdade insofismável.








Por Fábio de Oliveira Ribeiro em 27/3/2007






Neste site fala sobre o pensamento de Guy Debord
http://www.geocities.com/projetoperiferia4/se.htm



A sociedade do espetáculo que estamos vivendo nos mostra que a troca de valores; do espaço que o entretenimento está ganhando e se confundindo com jornalismo, o quanto alienada as pessoas ficam.
A internet mesmo, hoje as crianças preferem jogos de computador a ter carrinhos, bonecas, brinquedos em geral, preferem ganhar um celular a ganhar um dia no parque de diversões. Os valores são outros, o mundo Hitec está corroendo nosso cérebro e nos distanciando ainda mais da realidade.
A mídia
O quanto isso interessa ao primeiro poder, afinal, assim eles podem roubar mais, errar, e tudo porque a população não se importa e não se impõem, acham mais importante ver o gol do Ronaldo do que se aprofundar em economia.
A alienação do ser humano é tanta que preferimos comprar uma calça da Diesel do que abrir uma ação contra o Estado que deixa os doentes em péssimas condições, esse Governo que investe mais na decoração da cidade do que em educação, que libera mais verbas para aumentar o salário dos políticos do que o salário mínimo de milhões de pessoas que sustentam família e estão morrendo.
Ano que vem tem eleições e ninguém está preocupado com os futuros candidatos, temos péssimos, e ai? o que fazer? votar por votar novamente? e depois reclamar por 4 anos que o país não anda, que as coisas não melhoram.


Internet
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=426CID002
www.geocities.com/concurso.ponte/


postado por NATHALIA A. FERREIRA

Flash Mob - A Cultura Descartável

-O propósito é não ter propósito-


A internet deu origem à vários novos verbos : “Blogar”, “Twitar’, agora você pode adicionar “mobear” em sua lista.

flash mob do inglês significa "multidão instantânea”, algo como mobilização relâmpago que invadiu as principais capitais do mundo. Organizados por e-mails, jovens marcam aparições relâmpago em um determinado local, executam uma encenação lúdica – como comer uma banana em uma lavanderia e somem na multidão.


“Acho que o que fascina nesse tipo de coisa é o inusitado, participar de algum movimento (sem conotação política ou social) que é organizado com o simples objetivo de causar alguma surpresa em algum ponto da cidade. Estamos tão acostumados com nossa rotina que fiquei interessado em fazer algo que quebre totalmente isso”, conta o estudante Leandro Meireles Pinto, que participa de uma lista de discussão na web sobre o tema.

A história surgiu em Manhattam no prédio da revista Harper’s.
E o nome do sujeito é Bill Wasik. Ele acredita que o consumo de certa produção cultural no mundo é mais determinada pela necessidade de se sentir parte daquele grupo que o consome do que pelas qualidades do produto em si. É o modismo temporal de um livro, uma banda, um programa de TV e que logo será descartado quando for substituído pelo próximo modismo. A idéia dele foi criar uma expressão cultural que já viesse vazia de significado. Não leve a palavra "vazio" para o mau sentido. Essa é a idéia por trás do flash mob.

O experimento consistia em várias pessoas ficarem em volta de um tapete escolhido aleatoriamente em uma das lojas na cidade, onde ficaram parados diante dele por cerca de dez minutos. Em seguida todos se dispersam e vão embora.

Uma das fontes inspiradoras do flash mob é o livro do escritor Howard Rheingold, "Smart Mobs: The Next Revolution" (“Multidão Inteligente: A Próxima Revolução”).
Um dos maiores experts em tecnologia da informação, Rheingold é reconhecido como a pessoa que previu na metade da década de 80 que o PC (Personal Computer) seria essencial na vida das pessoas. Alguns anos depois, quando a internet ainda engatinhava, Rheingold novamente foi apontado como o primeiro a afirmar que o “mundo virtual” teria impacto imediato no mundo real.
Em entrevista concedida ao site “Último Segundo”, o autor Rheingold defendeu que combinados os impactos sociais e econômicos da internet, computadores pessoais e revolução das telecomunicações, estamos chegando em uma nova forma híbrida da comunicação. “O poder dos PCs e da net escapou do desktop e pulou aos nossos bolsos”, diz.

Para Rheingold, independente do caráter político ou apolítico, o mais importante é que os jovens estão aprendendo como usar a Internet e a comunicação móvel para organizar ações coletivas. “Flash mobs são meios de entretenimento organizados por si mesmos. Como milhões de pessoas que jogam games online, flash mobbers estão criando ativamente sua própria diversão de maneira criativa ao invés de apenas comprar uma ficha, ficar na fila, e passivamente experimentar o ‘entretenimento enlatado’ que lhes é vendido”, conclui.

Nos últimos dias, as aparições dos “mobs” foram as mais inusitadas possíveis. No Japão um grupo simulou uma das cenas do filme “Matrix Reloaded”. Em Roma, os participantes ocuparam uma livraria e ficaram fazendo perguntas ao balconista sobre um livro inexistente. Em Londres, entraram em uma loja de tapetes e com os telefones celulares em punho elogiavam as tapeçarias do local. Em Berlim, as pessoas foram convocadas para comerem uma banana em uma loja de departamentos.

Eu, Desirée, já participei desse tipo de manifestação e sempre fui muito questionada pelo meu real intuito ou objetivo de fazer esse tipo de coisa. Na verdade, culturalmente falando, o entretenimento não precisa de uma “explicação”, é apenas uma forma de diversão sem fim social-crítico-político.


Postado por Desirée Cantuária


Fonte:

www.wordspy.com

www.revolucao.br

www.ultimosegundo.ig.com.br


Fotos:

Arquivo pessoal

TROPICÁLIA MIDIÁTICA


1964, Brasil. O pais encontrava-se em constantes conflitos sociais. A população vai as ruas para protestar contra o governo de João Goulart. Estudantes, organizações populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras, tais como, empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam que o Brasil se voltasse para o lado socialista. Este estilo populista e de esquerda, chegou a gerar até mesmo preocupação nos EUA, que junto com as classes conservadoras brasileiras, temiam um golpe comunista no Brasil.

O clima de crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia, até que na noite de 31 de março de 1964, ocorreu o Golpe de Estado, dando início ao período da Ditadura Militar, que ficou no poder até o ano de 1985. Instaurado o regime militar, os generais do exército passaram a governar o país de forma conservadora e autoritária, através de Atos Institucionais. Jornalistas, estudantes e intelectuais eram considerados “subversivos”.

Em 1968 os jovens se rebelavam em várias regiões do mundo. O Planeta passava por uma intensa modificação quanto aos valores sociais e individuais. Um ano de muitos protestos por parte dos jovens que viam que algo estava errado e necessitava de mudanças. Na França, os estudantes quase tomaram o poder. Nos Estados Unidos se rebelavam contra a Guerra do Vietnã. No Brasil, o movimento estudantil tem como alvo a ditadura militar, as passeatas dos estudantes e intelectuais enchiam as ruas.





Era um grande marco para a globalização e inicio de uma nova era para os meios de comunicação, e sobre tudo para a Industria Cultural. De certa forma, jovens de vários países mesmo sem se conhecerem estavam sintonizados e “enredados”. O mundo mudava, logicamente que cada país tinha o seu “time” mas os objetivos eram basicamente os mesmos: “libertade”.

Em meio a essas mudanças globais, compositores baianos (Tom Zé, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Torquato Neto) deram inicio a Tropicália. Foi um movimento cultural brasileiro, iniciado no festival de MPB realizado pela TV Record em 1967. Era uma versão brasileira do movimento rippie americano, buscando a liberdade de expressão. A utilização da música para promover uma ruptura aos limites impostos pela Ditadura era algo marcante, trazendo irreverência e informalidade, mas com uma mensagem de fundo.




A repressão era grande e em 1968 o governo sanciona o AI-5, restringindo ainda mais a veiculação das músicas e também as manifestações dos civis, censurando qualquer tipo de material que pudesse ser uma ameaça. Porém a intelectualidade dos compositores era superior a ignorância dos militares. Esta foi uma maneira de nossos artistas não se calarem, mesmo com as leis impostas pelos governantes, o desejo de viver em um país democrático falava mais alto, mais era necessário ser muito mais do que intelectual, era preciso ser estrategista, coisa que nossos heróis fizeram muito bem. A utilização da música que é extensão de nossos sentimentos, incorporada a uma linguagem totalmente adaptada por meio de signos e símbolos conseguia atingir e sensibilizar as pessoas, de maneira a mostrar para o povo que os tropicalistas estavam enxergando os problemas do país e principalmente que estavam ajudando a quebrar os paradigmas militares de uma forma massificada, e conscientizá-las de que o país estava mergulhado num regime de horror.

Ao incorporar signos da indústria cultural e pondo-os em fusão com os materiais das tradições nacionais, a Tropicália incrementou processos de comunicação dentro da estética musical e seus ambientes midiáticos. O fato é que de uma forma ou de outra a massificação cultural parecia exigir posicionamentos, e as controvérsias daí decorrentes não se restringiam ao Brasil. Os conhecidos questionamentos sobre a “cultura de massas”, como os desenvolvidos pelos teóricos de Frankfurt, ainda estavam em curso, o que levou os militares brasileiros a prenderem Caetano Veloso e Gilberto Gil e posteriormente exilá-los para a Inglaterra.





A Tropicália durou 14 meses. De início muitas pessoas não compreendiam as letras, e a rejeição ao movimento era grande, porém a polêmica em torno disto gerava ainda mais veiculação na mídia, sobre tudo na TV e no rádio. O jeito despojado de se vestirem, aliado a música Popular Brasileira "globalizada" e hibridizada pelas guitarras elétricas americanas, aliado as críticas a Ditadura Militar contagiavam o público e até hoje é tido como o movimento musical mais importante da história da música nacional, se perpetuando aos nossos dias refletindo na música, na arte, e no comportamento do povo brasileiro.

Fontes:
http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/Comedu/article/viewFile/4489/4211
http://www.revistacontemporaneos.com.br/n3/pdf/tropicalia.pdf
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/648-2.pdf?PHPSESSID=2009050708274935
http://biblioteca.universia.net/ficha.do?id=6881288
http://www.mackenzie.br/fileadmin/Pos_Graduacao/Mestrado/Educacao_Arte_e_Historia_da_Cultura/Publicacoes/Volume3/O_movimento_tropicalista_e_a_revolucao_estetica.pdf
http://www.youtube.com/watch?v=Emm1oFoUtd0
http://www.youtube.com/watch?v=M1IAfNEGluY
http://www.youtube.com/watch?v=hxvfPquvBH8&NR=1

Aulas – Professor Márcio Rodrigo


"INTERTEXTUALIDADE: O INTERTEXTO DA CÓPIA.

Andei refletindo desde que tivemos aquela aula sobre intertextos e após ler Ana Maria Balogh, comecei a reparar que o ciclo redundante que causa a intertextualidade é mais presente do que imaginava.
Nos últimos meses, entre as leituras dos textos da faculdade, comecei a ler a série de livros “Crepúsculo” de Stephenie Meyer. Interessei-me pela obra após ver a sua versão, ou o intertexto, feito para o cinema. A história de uma família de vampiros que escolhem a úmida cidade americana de Forks, em Washington para morar, empolga pelo romance que o vampiro adolescente Edward Cullen vive com cobiçada Isabella Swan, filha do xerife da cidade. Você pode estar se perguntando por que escolhi falar de Crepúsculo para ilustrar a intertextualidade, mas pasme, a história é recheada de referências de outras histórias, inclusive brasileiras.


Lembra-se que em uma outra história, a Bela (como a Bella do livro de Meyer, diga-se de passagem) se apaixona pela Fera. A “princesa” do clássico da Disney é a única a não sentir medo de seu amor, Bella Swan de Crepúsculo também. O livro faz uma relação da história, com o conto bíblico de Adão e Eva. Na capa, uma maçã de cor vermelha-sangue é oferecida por um par de mãos pálidas fazendo uma referência à sede que o vampiro protagonista sente do sangue da amada. Durante toda a história ele luta contra a tentação tal como o casal bíblico. Outro dado interessante de Crepúsculo é o nome da cidade vizinha à Forks, Port Angels. Pode parecer coincidência, mas Porto dos Anjos (tradução de Port Angels) é o nome de uma outra cidade vizinha, de outra cidade habitada por vampiros. Lembra-se de “Vamp”? Pois é, os personagens da novela sempre iam à Porto dos Anjos para fazer compras, resolver outros assuntos por se tratar de uma cidade com maior estrutura. Pode parecer pretensão de minha parte dizer que Stephenie Meyer tenha usado a novela de Antônio Calmon como referência para a sua história, mas se formos pensar no sucesso das novelas globais mundo à fora, isso passa a não ser tão impossível assim. Até procurei saber se há outra história de vampiros que tenha uma cidade próxima chamada Port Angels e que tenha sido usada para seus intertextos em Vamp e em Crepúsculo, mas não encontrei. Os intertextos de Meyer não terminam em Crepúsculo, sua continuação, “Lua Nova”, é uma referência clara à “Romeu e Julieta”, com direito a tentativa de suicídio e tudo.

Saindo do universo místico e vindo para o cenário tupiniquim das novelas brasileiras, podemos visualizar centenas de referências, inclusive de autores e suas próprias obras. Muitas vezes alguns autores que tem seu gênero característico, costumam repetir suas próprias histórias e passam despercebidos pelo olhar entorpecido do público.
Cito como exemplo Benedito Ruy Barbosa, que com suas obras: “Os imigrantes”, “O rei do gado” “Terra Nostra” e “Esperança” narrou a saga dos imigrantes italianos no Brasil e esta redundância fez com que o gênero se desgastasse, pois “Esperança” se tornou um dos maiores fracassos do horário nobre da emissora carioca.

Outro exemplo é Gilberto Braga, que em seus dois últimos trabalhos, simplesmente repetiu todos os personagens centrais. Mas fez isso de uma maneira genial, pois ficou praticamente imperceptível aos olhos do público. Em “Celebridade”, Maria Clara Diniz (Malú Mader) tinha uma “amiga” chamada Laura Prudente da Costa (Cláudia Abreu) que na verdade sempre a odiou e ao lado de seu amante Marcos (Márcio Garcia), michê nas horas vagas, armava altas ciladas para a mocinha. Já em “Paraíso Tropical”, Daniel (Fábio Assunção) tinha um “amigo” chamado Olavo (Wagner Moura) que na verdade sempre o odiou e ao lado de sua amante Bebel (Camila Pitanga), prostituta nas horas vagas, armava ciladas para o bom moço. Notou o intertexto? Mas as semelhanças não param por aí, as duas novelas tinham o ar do mistério de “Quem matou?”, já popularizado pelo autor quando, no final dos anos oitenta, todo mundo queria saber quem matou Odete Roitman, mais umintertexto. Em Celebridade, Lineu Vasconcelos (Hugo Carvana), pai de Maria Clara era assassinado e em Paraíso Tropical quem “bateu as botas” foi a cunhada de Daniel, Tais (Alessandra Negrini). Ambos foram vítimas dos “amigos” em questão, Laura e Olavo. Coincidência? Certamente não.

Estes exemplos de textualidade nos fazem pensar que há um lado positivo contido nela. É claro que é preciso ter muito cuidado, pois há uma linha tênue entre intertexto e cópia, mas o intertexto quando trabalhado com a personalidade de seu adaptador, pode dar um ótimo resultado. A prova disso é que a grande parte dos filmes de blockbuster de maior sucesso em Hollywood são intertextos de livros ou de quadrinhos. Cito “A liga Extraordinária” como um belo exemplo do resultado positivo que estas referências podem apresentar.
veja um trecho:


Questiono se é possível criar algo que não esteja “intertextualizado” com algo que possamos ter vivido, assistido ou sabido. O intertexto está relacionado ao conhecimento de mundo de cada um. Creio que se uma pessoa não é boa em seu intertexto, vai passar seus dias fazendo cópias de coisas que já conhecemos, pois essa separação e discernida através da percepção de quem as consome.



Fontes:

" " -Ana Maria Balogh
Aulas de comunicação comparada Professor Marcio Rodrigo
"Crepúsculo - Stephenie Meyer"
"Lua Nova - Stephenie Meyer"

Duda Mendonça + PT = Lula

A Publicidade Estatal

A relação que o Estado estabelece com a sociedade e o modo como cria formas alternativas de se comunicar com ela sem a intermediação da imprensa é um assunto preocupante.

No transcorrer da história dos governos brasileiros, a comunicação pública estatal tem sido utilizada como ferramenta de mobilização das massas para a legitimação das políticas governamentais e não como exercício de cidadania. As últimas décadas presenciaram a chegada dos profissionais do marketing, orientando, elaborando e influenciando, profundamente, a maneira de se fazer política no Brasil.



A comunicação na política ganhou status de ferramenta estratégica e é tida como essencial num planejamento estratégico de governo.

Na comunicação publicitária estatal brasileira, é necessário que se destaque o papel do publicitário Duda Mendonça.


A influência de Duda Mendonça na política de comunicação foi admitida e ressaltada pelo próprio ministro da Secom (Secretaria de Comunicação e Gestão Estratégica) Luiz Gushiken, em nota oficial e amplamente divulgada à imprensa no início do governo Lula.


Gushiken contratou o publicitário para atuar como interlocutor da Secom na definição da estratégia de comunicação, com o objetivo de transmitir uma imagem positiva do governo,
para garantir a manutenção do poder pelo partido.

Duda Mendonça passou a dar o tom de todas as campanhas institucionais do governo, apesar do governo ter contratado duas outras agências publicitárias para produzir suas campanhas. O publicitário, além de ser dono de uma das três agências publicitárias responsáveis pela propaganda oficial do governo, passou a fazer a intermediação entre a Secom e as outras agências publicitárias contratadas.
Durante as eleições presidenciais, Duda Mendonça exerceu um importante papel na campanha eleitoral do PT e isso se estendeu à comunicação do governo petista. Sua importância no
processo eleitoral foi amplamente divulgada como a grande responsável, entre outros fatores, pela eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, através de uma imensa campanha de marketing político.
As suas funções junto ao PT não pararam por aí, Duda Mendonça se encarregou também de coordenar o marketing das campanhas municipais nacionais petistas.


O que se questiona é a influência desse publicitário e de suas técnicas mercadológicas na construção de uma política de comunicação estatal com o dinheiro público, que deveria ser voltada para a implementação da cidadania e não para a adesão e engajamento popular com vistas à manutenção do poder.
Concluiu-se que essa secretaria segue um modelo estratégico de marketing, com uma comunicação institucional, predominantemente
publicitária, gerada por uma política de comunicação
estatal, num processo em que a intermediação da imprensa é, muitas vezes, negligenciada como o principal processo democrático de informar a sociedade a respeito das ações estatais.
Produz-se uma publicidade baseada em propagandas oficiais, muitas vezes, mentirosas e falseadoras da realidade, como no episódio da propaganda sobre a agricultura familiar, em que foram
utilizadas imagens de uma fazenda, em Cotia (SP), que nunca recebeu
financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A imagem pública do governo/Presidente é construída a
partir de como o governo se apresenta ao público, através do que
diz, faz, ou diz que faz; da sua competência para fazer o que diz
que faz .

O governo do PT procurou se caracterizar publicitariamente, em seus pronunciamentos e boletins oficiais, pela perseguição “obsessiva” ao cumprimento de suas promessas de campanha eleitoral: crescimento da economia; geração e distribuição de renda, através da criação de empregos e dos programas sociais; melhoria do acesso da população de baixa renda à educação e à saúde, entre outras. A partir de informações, noções, características, conceitos
ou imagens ideais procurou-se programar a imagem de um governo ousado, eficiente, determinado, que vence obstáculos e promover as tão esperadas mudanças no País.

Essa imagem repassada e amplamente divulgada pela comunicação do atual governo não corresponde à realidade. Essa adjetivação das competências do governo e de suas supostas realizações é um mecanismo de autopromoção, falseador da realidade, muito semelhante àquelas utilizadas por seus antecessores. O uso do marketing político na comunicação do governo do PT o iguala aos governos anteriores, na maneira de se comunicar com a sociedade
de forma vertical, autoritária e enganosa.



O desrespeito a critérios essenciais à construção da notícia permitiu a conclusão de que a mensagem governamental se configura, na realidade, como uma grande publicidade sobre o que o governo supostamente vem fazendo, falseando assim a realidade através de uma propaganda enganosa e mentirosa.
As mensagens analisadas, tanto no boletim da Secom quanto
no programa de rádio do Presidente ou no site da Agência Brasil,
não podem ser consideradas como notícias, pois configuram-se
como peças publicitárias, resultado de uma comunicação estatal
baseada na publicidade, largamente analisada anteriormente,
a partir dos critérios do marketing político e da imagem pública.

Como se constatou na análise da produção da imagem, esses produtos comunicacionais têm como objetivo a propagação das informações institucionais do governo, não se configurando
tanto, como notícias jornalísticas, mas sim, como peças de propaganda governamental, por não cumprirem com os critérios noticiosos.


Postado por Desirée Cantuária

Fontes:


Revista Veja 2004
www.bocc.com.br

COMUNICAÇÃO EM MOVIMENTO


.

Todos os dias sempre a mesma rotina de acorda cedo, tomar o onibus cheio para ir ao trabalho ou estudo, um personagem muito importante nessa rotina é o companheiro que nos leva e traz de um lugar ao outro, o ônibus.



Para melhor aproveitamento dentro do ônibus, seja ele curto ou como na maioria das vezes longo , devido ao transito comum na grande cidade, algumas pessoas dormem, ouvem musicas, lêem ou apenas pensam na vida, mas hoje temos uma nova opção para se distrair, relaxar e informar.


Esse tipo de mídia se caracteriza pela utilização de monitores de alta tecnologia para transmitir informação relevante para pessoas que estão fora de casa, no ônibus, trem, metro, taxi, supermercados, bares, elevadores entre outros. Alem de acelera sua presença no mercado brasileiro de propaganda com conquistas de novos anunciantes.

Para Luciana diretor-geral de mídia da Y&R, o objetivo da publicidade é estar cada vez mais próximo do consumidor . Devido a utilização diária dos coletivos e o contato direto com a informação, os índices quantitativos de pessoas impactadas são altíssimas.
Monitores LCD são instalados em locais estratégicos para chamar atenção dos passageiros. Com media de 60 segundos entre um vídeo ou imagem, são transmitindos informações de interesse publico , cinema, agenda cultural, horóscopo, musica, humor entre outros. Cada noticia é feita pela própria empresa e especifico de cada região e o publico alvo são todas as pessoas utilizadores do transporte publico. Entretenimento durante o percurso do transporte , torna a viagem agradável causando a sensação de menor tempo gasto.


A BUS TV Brasil é uma iniciativa da BUS TV Portugal associada à UNO aqui no Brasil. Com a intenção de beneficiar a população usuária de coletivos urbanos, com informações durante a viagem. Claro, envolvendo entretenimento mais ao mesmo tempo a favor do serviço publico. Ainda existe um trabalho e um estudo a respeito do som, tecnologicamente equipado para manter seu som em uma altura que não seja atrapalhada por ruídos externos e internos, por isso o volume correto da TV é um grande desafio. A televisão presente em quase 100% dos lares brasileiros começa a ganhar espaço também dentro dos ônibus brasileiros segundo o diretor de comunicação da BUS TV , João coragem.TVO possui as mesmas características que a BUS TV, o seu diferencial é não ter som.

TV Out Tem como objetivo ser uma TV fora de casa, possui uma programação que vem da Band Newns e Band Sports , o nome TV out (TV out of home), segundo Keyla Teodósio gerente do conteúdo, constata que as pessoas não tem tempo para ver televisão em casa. Alem de alerta e manter os passageiros sobre as principais noticias do pais e do mundo.



Referencias:
Sheila Horvath (Gazeta Mercantil)
http://vitrinepublicitaria.com/noticiasdomercado-todos.asp?menucodigo=2557
http://www.scribd.com/doc/7153355/Projeto-Bus-TV-Brasil-Transport-Ad-or-As-Alterado-Para-EMTU
http://www.bustv.com.br/

Videos:
http://www.youtube.com/watch?v=B9hWjW34dWg
http://www.youtube.com/watch?v=YJGTqrqsJQU
http://www.youtube.com/watch?v=-5Akj8jRmio
http://www.youtube.com/watch?v=ivhxLdS1vuQ

Postagem por:
Bruno Cesar O. da Silva,
Aluno da Universidade de Santo Amaro,
3ºSemestre de Rádio e Tv.