quarta-feira, 22 de abril de 2009

A era da agilidade

Quantas vezes você já entrou na internet para fazer uma pesquisa, verificar e-mail, baixar músicas e etc.? E quando percebeu já havia aberto várias páginas, desvirtuado totalmente o objetivo, já estava vendo outras coisas que você achou interessante. Suponho que isso já tenha acontecido com você várias vezes, não se preocupe isso hoje é considerado normal.
Isso se deve pelo modo de consumo da internet ser cada vez mais desfragmentado. Outro exemplo, ao pegar uma revista, provavelmente você irá folhear-la por completo em poucos minutos, parando entre uma figura e outra, em textos curtos ou títulos de matéria.
A revista norte Americana “Wired”, deu esse acontecimento o termo de “Snack culture”, que é denominada por produtos culturais consumida em pedaços, fazendo comparação ao consumo de salgadinhos, petiscos ou pastilhas, com ao consumo desenfreado dos produtos oferecidos pela era digital, é como se houvesse mais facilidade em devorar os produtos. As pessoas usam os meios de comunicação como menus ou cardápios, onde eles literalmente passam os olhos e escolhe aquilo que lhe chamar mais atenção. Esses produtos estão cada vez mais ágeis e digitais, que podem ser pelo seu lado de prestação de serviço, no caso das notícias ser divulgadas e repassadas com mais rapidez, ou pelo lado pessoal mesmo, em que as pessoas estão querendo pelo menos os seus 15 minutos de fama, onde algumas pessoas sentem a necessidade de expor suas vidas, uma nova tecnologia foi criada pensando nessas pessoas, o Twitter que é uma espécie de blog em que a pessoa posta o que está ocorrendo naquele momento, podemos apontar a facilidade, já que você pode postar do seu próprio celular, a rapidez em que as mensagem ficam expostas, que é em tempo real, e o encurtamento das frases, para tornar texto mais atrativo e menos cansativo de ler.
Hoje, dificilmente as pessoas ouvem músicas como antigamente, onde eram ouvidos discos inteiros, os consumidores compravam os discos, mesmo que só gostasse de uma música. Pensando nisso, as rádio web vêem se estruturando para alimentar essa nova fome das pessoas, tocam músicas fragmentadas, dificilmente inteiras, com muita agilidade. Isso sem contar os downloads, onde facilmente as músicas preferidas e onde é criando sua própria playlist.
Do jeito em que anda essa agilidade da tecnologia e da informação, os editores, jornalistas, criadores de sites, comunicadores em geral, vão ter que cada vez mais pensar em novo métodos para conseguirem ou tentarem prender atenção do público.

Postado por: Kátia Leal

Referencias:
http://www.blogcronicas.com/2009/01/o-fenomeno-do-twitter-e-a-snack-culture/
http://www.wired.com/wired/archive/15.03/snackminifesto.html

http://www.radiowebpaulistana.com.br/paulistana/

As Adaptações




Quantas pessoas já leram , ou até mesmo tiveram a possibilidade de ler a famosa história de Willian Shakespeare, Romeu e Julieta?!
Essa história relata o romance de um casal, que por ter suas rivalidade entre suas famílias, acaba tendo seu romance "proibido", e tendo trágicas consequências ao final da história. Porém o que não quer calar, é como pode ser possível conhecer essa história sem ao menos ter lido o livro?
Através das adaptações, e referências de texto que existem nos meios de comunicação, é possível ter ao menos a noção do que é a história original, sem ao menos conhecer ou ter visto a parte da mesma.
Poucas pessoas tem a possibilidade, tempo e até mesmo, a disposição para poder ler um livro como Romeu e Julieta. Digamos que se uma pessoa há mais de 100 anos atrás não tivesse lido o livro, ela poderia saber da história se ela fosse contada por alguém que já leu o livro de forma oral. Mas no mundo contemporâneo e atual, essa pessoa não precisa nem ler o livro, nem que alguém conte esse tipo de informação de forma oral, já que os meios de comunicação encontram novas formas de trazer essas informações e histórias.
As Adaptações retratam a visão de quem criou a adaptação, fazendo com que a mesma seja diferente todas as vezes que o "adaptador" for diferente, e as vezes essas adaptações, não agradam o espectador, que por conhecerem a história, tem a preferência pela original, acreditando que a adaptação pecou por "esquecer alguns detalhes", ou até mesmo personagens. Em muitas adaptações de livros, para filmes, o publico tem a preferência pelo livro, que tem todos os detalhes, e exercita a imaginação do leitor, que diferente da "adaptação pronta", mostra uma visão já pronta da história.
Os aspectos e alguns detalhes das adaptações são relativas dependendo da visão de quem está adaptando a obra, já que a visão e conceitos das pessoas são diferentes, as adaptações e interpretações são também.
Nome: João Victor Marques Saraiva e Silva
Curso: Rádio e TV - 3º Semestre

terça-feira, 21 de abril de 2009

Mártires modernos


Criança de 5 anos morre ao cair de prédio em SP
Polícia não acredita em acidente, pois havia manchas de sangue no quarto dela.
Pai e madrasta da menina passaram por exames toxicológicos.

Uma menina de 5 anos morreu após cair do sexto andar de um prédio de classe média localizado na Rua Santa Leocádia, na região do Carandiru, na Zona Norte de São Paulo, por volta das 23h50 deste sábado (29). Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança chegou a ser levada para a Santa Casa de Misericórdia, onde morreu. A polícia ainda não sabe a causa da queda, mas descarta que tenha sido um acidente. (...)
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Rapaz mantém duas adolescentes de 15 anos reféns em Santo André
Uma das jovens seria uma ex-namorada. Polícia mantém prédio isolado e negocia libertação de reféns.

Um rapaz de 23 anos, armado com um revólver, mantém reféns duas adolescentes, ambas com 15 anos, desde pelo menos 13h30 desta segunda-feira (13), num apartamento de um conjunto habitacional de Santo André, na região do Grande ABC, segundo versão da Polícia Militar (PM). (...)
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Menino morre ao ser arrastado por carro em assalto
Mãe e filho foram abordados por criminosos no subúrbio do Rio.
Criança foi arrastada por mais de quatro quilômetros.


Um menino de seis anos morreu ao ser arrastado durante quatro quilômetros, depois do carro em que estava ter sido assaltado por volta das 21h30, desta quarta-feira (7), no bairro Oswaldo Cruz, subúrbio do Rio. (...)
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Não é necessário ser um assíduo leitor de jornais e sites jornalísticos e nem a pessoa mais “antenada” para reconhecer facilmente as personagens principais dos trechos das notícias supracitadas. E com um pouco mais de atenção é possível perceber que o que deveriam ser fatos puramente jornalísticos foram, nestes casos, pontapé inicial para que essas tragédias transformassem Isabella Nardoni, Eloá Pimentel e João Hélio em protagonistas de alguns dos maiores espetáculos midiáticos dos últimos tempos. A mídia que, muitas vezes, acaba esquecendo-se da imparcialidade e do único intuito de informar à população, cria shows bizarros e explora tragédias com o único intuito de ganhar audiência. Não há no país pessoa que não se recorde, ao menos, de alguns detalhes dessas histórias ou até mesmo dos acontecimentos por completo, tendo em vista a cobertura incisiva dos meios de comunicação.

A mídia utiliza-se desse tipo de acontecimento e do martírio dos envolvidos aproveitando-se do fato de que o ser humano é, por instinto, incapaz de administrar certos conflitos, entre eles, a violência, e tem a necessidade de exteriorizar esses sentimentos com o qual não sabe lidar. Segundo o psicanalista Claudio Marcos Picazio, “O humano não sabe lidar com suas questões de limite, como perda, raiva, frustrações. Precisamos olhar para os limites externos, dos outros. Afinal, todos já quisemos alguma vez matar alguém”. Desta forma, as pessoas permanecem acompanhando essas tragédias televisivas, como uma novela, capítulo a capítulo, à espera do desfecho e ainda, de um final feliz, e a mídia utiliza-se do sentimento de revolta e da curiosidade causados na população para produzir cada vez mais conteúdo à respeito dos acontecimentos, sejam ou não relevantes em relação ao próprio caso, para também suprir a necessidade de “mostra algo novo” ao ansioso telespectador, sempre visando a exclusividade.

Retomando o caso Eloá, a menina de 15 anos que, após ser feita refém por 100 horas pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, foi morta em seu apartamento no ABC Paulista, verificamos um dos maiores exemplo de martirização das vítimas da violência. A cobertura da mídia (TV, rádio, internet, etc.) deu ao caso um status de show, com cobertura em tempo real, fazendo inclusive com que vários programas de televisão disponibilizassem horários fora da grade de programação jornalística para dar informações sobre o andamento do caso à espera de dar o grande “furo”, o fim da história. E mesmo após o desfecho do caso (a morte da menina após ação desastrosa da polícia), a impressa permaneceu buscando informações relacionadas à garota e a quem mais a conhecesse. Algo em comum entre Eloá, Isabella e João Hélio? Sim. Viraram mártires. A primeira porque após todo sofrimento e o final trágico, teve seus órgãos doados pela família, salvando vidas. A segunda pela incapacidade de se defender das agressões que sofria dos pais e madrasta (assim decretou a mídia) e o terceiro era o puro retrato da inocência e monstruosidade dos bandidos e a crescente violência no Rio de Janeiro. Não há o que se questionar sobre a atrocidade dos crimes e o merecimento de punição severa para os comprovadamente culpados mas o levantamento de provas e informações e julgamento dos culpados cabe à justiça e não a mídia.

Os meios de comunicação, colocando-se nessa posição de apenas buscar ibope, perdem uma grande chance que é a de despertar na população e autoridades o anseio de buscar soluções para resolver o problema da violência pois tão logo apareça uma outra tragédia para suprir as necessidade (da população ou da mídia??), o caso anterior é esquecido e logo um novo espetáculo nos é apresentado. O coordenador de relações acadêmicas da Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância, uma associação que busca defender uma cultura que priorize a promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente) afirma: “Os casos são tratados individualizados, não se discutem as políticas de segurança pública. Não se discutem os motivos. No caso Isabella, perdeu-se a discussão sobre a política de combate à violência doméstica. A martirização não alavanca discussões.”.

A mídia, cada vez mais deixa de ser imparcial e informativa, para fazer julgamentos e manipular informações e pessoas em busca de números cada vez mais altos no ibope. A qualquer momento surgirá mais algum caso de violência (ou não!) para manter a mídia na ativa, transformando tudo numa grande competição, onde “ganha” quem conseguir chegar mais perto dos envolvidos, dar mais detalhes, mais cobertura e... induzir a mais conclusões.


FONTE:
TOGNOLLI, C.J. Os Santos da Violência. Revista Rolling Stone. n. 28, p.88-93, 2009

GLOBO.COM, São Paulo, 2008. Disponível em: <
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL374809-5605,00.html >. Acesso em: 21 abr 2009.

GLOBO.COM. São Paulo. 2008. Disponível em: <
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL797580-5605,00-RAPAZ+MANTEM+DUAS+ADOLESCENTES+DE+ANOS+REFENS+EM+SANTO+ANDRE.html >. Acesso em 21 abr 2009.

GLOBO.COM, São Paulo, 2008. Disponível em: <
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL4672-5606,00-MENINO+MORRE+AO+SER+ARRASTADO+POR+CARRO+EM+ASSALTO.html >. Acesso em 21 abr 2009.

FOTOS:
http://www.senado.gov.br/JORNAL/noticia.asp?codEditoria=121&dataEdicaoVer=20081027&dataEdicaoAtual=20081027&nomeEditoria=Viol%EAncia

http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/09/09/promotor_denuncia_manobra_dos_nardoni_para_adiar_julgamento_obter_beneficio_igual_ao_de_gil_rugai-548143082.asp

http://www.hnews.com.br/noticia-corpo_de_crianca_e_achado_dentro_de_mala_em_curitiba-2360

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_post=93997

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Um breve comentário sobre a era elétrica, cibernética, individualismo entre outras coisas.

Diferente da era mecânica e tipográfica a era elétrica é mais globalizada e menos individualista, sendo que na era mecânica a produção era fragmentada na era elétrica com as novas maquinas uma pessoa consegue fazer tudo aquilo que as vezes precisava-se de varias pessoas para ser feito e não tem aquele trabalho tão automático como era antes ( uma imagem que me faz pensar muito na era mecânica é de um filme de Charles Chaplin “in Modern Times” em que ele está trabalhando e tem uma esteira onde passam peças enquanto um coloca a peça, outro bate para encaixar, alguma coisa acaba que Chaplin faz uma confusão mas não necessita comunicação entre eles, cada um deve fazer sua parte), já na era elétrica por o trabalho não ser tão automático necessita de mais comunicação, pois a parte automática as próprias maquinas já fazem, ai podem me perguntar o que a eletricidade tem haver com comunicação comparada, ela tem tudo haver pois por exemplo a luz elétrica ela é informação pura, pois ela mudou o espaço temporal para o ser humano, explicarei melhor, antigamente sem luz nas ruas e só com as lamparinas dentro de casa a noite era a parte do tempo em que devia-se dormir já com o advento da eletricidade e com a luz elétrica a noite é clara e se pode trabalhar, sair, ir ao medico, fazer faxina e muitas outras coisas.



O que acontece é que na era mecânica e tipográfica o individualismo era muito grande e se trabalhava mais horas por dia em muitos lugares cerca de 16 horas o que fazia as pessoas terem pouco tempo para ficar com a família, por exemplo, quando juntasse os movimentos sindicais e a era elétrica deixando bem claro que trabalhos que se precisava de um monte de pessoas para fazer se poderia fazer sozinho causa o efeito da diminuição da carga horária e o que acontece com isso é que as pessoas tenham mais tempo para ficar com suas famílias e também há um aumento de poder de consumo alem de o domingo que era para se ficar com a família à pessoa passa a sair para se divertir e conhecer coisas novas já que já tem um tempo com a família durante a semana, ou seja, a era elétrica acaba que expandindo o mundo das pessoas tão presas ao trabalho e a família.

A comunicação da era elétrica com o passar dos tempos passa a ser o rádio que é um meio quente e acessível alem de que você pode estar ouvindo rádio com varias pessoas e conversando ao mesmo tempo e mais tarde a tv, ou seja, meios de comunicação que diferente dos livros e dos jornais não tomam a total atenção das pessoas e acabam fazendo com que a informação seja mais rápida e mais globalizada, pois essa informação pode ser transmitida para varias pessoas ao mesmo tempo e menos centralizada.

Através da energia elétrica hoje em dia podemos mergulhar na era cibernética onde a comunicação se torna o grande meio, tanto que as empresas de tele marketing são as que mais oferecem empregos no Brasil alem de que ao contrario de antes que nós éramos só receptores de informação, com a Internet passamos a ser também emissores dessa informação, o que me faz pensar que vivemos indo e vindo entre épocas individualistas e coletivas. As culturas tribais o convívio era totalmente coletivo, com a prensa e a revolução industrial passa a ser individualista, com a eletricidade e o rádio e a tv passa a ser mais coletiva e com o computador e a Internet volta a ser mais individualista tendo em vista que em minha opinião as épocas mais coletivas trazem com sigo em grande parte um nacionalismo exagerado o que faz com que haja muitas guerras, digo isso fazendo um contraponto às pessoas que acham que o individualismo só trás lados ruins.
Nesse texto com informação dos livros (Cultura de Massas do Séc. XX, de Edgar Morin e Os meios de comunicação como extensão do homem de Mcluhan) tento mostrar um pouco das mudanças que a eletricidade causou na sociedade e mostrar pontos de vista meus sobre as sociedades coletivas e individualistas em um breve texto.


O crescimento do Twitter não para...



O número de usuários no Twitter só tem aumentado nos últimos tempos. Cada vez mais empresas estão entrando nesse universo, enxergando novas oportunidades de comunicação e interação com seus clientes. A praticidade e a rapidez de atualização fazem com que as informações fluam no microblog antes do que qualquer outro meio. Citando um caso mais recente, a primeira imagem do avião que caiu no Rio Hudson, em Nova York, foi feita por um celular e transmitida diretamente para a rede do Twitter. Hoje, 20 de janeiro de 2009, mais um bom exemplo em um dia histórico, com a cobertura em tempo real da posse de Barack Obama, feita por várias pessoas presentes no evento com seus celulares.

* O Twitter cresceu 1.382% no período de um ano, número registrado em fevereiro deste ano.
* O total de visitantes únicos cresceu de 475.000 em fevereiro de 2008 para 7 milhões no mês passado.
* O Twitter é a rede social que mais cresceu no mês de fevereiro.
* Em fevereiro deste ano, os adultos entre 35 e 49 anos tinham a maior representação no Twitter - cerca de 3 milhões de visitantes únicos são dessa faixa etária (quase 42% do público total).
* 62% dos internautas acessam o Twitter apenas do trabalho, enquanto somente 35% acessam apenas de casa.
* Em janeiro deste ano, 735.000 visitantes únicos acessaram o Twitter através de seus celulares.
* A média de acessos ao Twitter por visitante único foi de 14 vezes durante esse mês. E a média de tempo dentro do site foi de 7 minutos.
* No último trimestre de 2008, 812.000 usuários únicos enviaram ou receberam mensagens de texto do Twitter (via celulares da AT&T ou Verizon, nos EUA).

* A média de “tweet” por pessoa nesse trimestre foi de aproximadamente 240.
Ainda falando de Twitter… Um de seus fundadores, Jack Dorsey, revelou em uma entrevista a um site espanhol qual foi sua principal inspiração para sua criação: o sistema de rádio usado pelos taxistas, “onde eles constantemente contam onde estão e o que estão fazendo”. Mais detalhes da entrevista no link abaixo (em espanhol):

http://www.elmundo.es/elmundo/2009/03/25/navegante/1237985543.html


Postado por: ALMIR CEZANHOQUE

imagens 360º revolução na net


Imagine, você está assistindo Vick Cristina Barcelona ( filme do diretor Woody Allen) com aqueles planos lindos de Barcelona, não seria ótimo virar a câmera e ficar observando só a paisagem?

ou entrar naqueles sites de venda de carros e ver todo o interior do carro de uma maneira que nunca viu por fotografia?

uma nova tecnologia vem trazer essa possibilidade é a Immersive Media que traz videos em 360º onde você pode interagir com o video e assistir só o que quizer.

Quer testar? fique a vontade é só clicar na tela e arrastar o mouse.

""

Os vídeos interativos feitos para a internet são verdadeiros convites à intervenção do público. Não têm nada a ver com a experiência estática de assistir tevê. O consumidor define as formas com que interagirá, em que momento e, dependendo da peça criada, define até o conteúdo. O vídeo interativo oferece as ferramentas para o consumidor criar o filme de uma marca. E que ainda o envie a seus amigos, multiplicando o alcance da mensagem.
por fala em vídeo interativo olha só o que eu achei no you tube:

É um magico e ele pede que você escolha uma carta.
http://www.youtube.com/watch?v=tbEei0I3kMQ


Imagine entrar naqueles sites de venda de carros e ver todo o interior do carro de uma maneira que nunca viu por fotografia?

fotografias em 360º graus também invadiram a net, cada vez mais empresas utilizam para mostrar suas empresas. Um tour virtual pela empresa
As fotos dão a sensação de estar passeando no ambiente retratado ou ainda ver um produto em todos os seus ângulos. A experiência do usuário é sem dúvida o grande diferencial do serviço.

uma das empresas que oferecem o serviço:
www.fotos360.com.br


Os vídeos e as fotos 360º não invadiram somente as propagandas, trouxeram também uma forma de conhecer novos lugares.
O GOOGLE STREET VIEW por exemplo, o Google fotografou várias cidades do mundo para que o internauta possa navegar por dentro delas, conhecendo os lugares em 360º graus na horizontal e 290º na vertical.

Mas como funcionam os videos 360º?
No caso do google street um carro com uma câmera igual a essa aqui do lado faz várias fotos ou video de diversos ângulos e depois pelo computador as imagens são "amarradas" e se transformam no que nós vimos .

Daqui a pouco vamos oder fazer isso também com filmes, vamos poder assistir apenas o que quizermos!


videos: www.youtube.com
www.immersivemedia.com

imagem:
www.google.com.br

sites:
www.immersivemedia.com
www.fotos360.com.br

Conhecer um museu pela internet, é possivel?

Imagine sentar em frente ao seu computador e ir a lugares onde nunca foi, não estou falando de tele-transporte.
Tá bom a internet já nos proporciona conhecer novos lugares, mas vem surgindo uma nova forma de viajar na internet.

Poder ficar observando pinturas no prado, cada traço, cada toque do pincel. é um privilégio para poucos. Mesmo tendo dinheiro, quantos museus uma pessoa consegue visitar ao longo de uma vida? Mas e se essa experiência, com a riqueza dos detalhes de uma visita ao vivo, estivesse disponível na tela do seu computador?

Em madri o museu Prado disponibilizou seu acervo na internet, até ai tudo bem fotografias dos quadros, mas não qualquer fotografia, fotos que permitem ao visitante observar cada detalhe, cada pincelada do artista.

Em madri o museu prado disponibilisou seu acervo na intrenet, até ai tudo bem fotografias dos quadros, mas não qualquer fotografia, fotos que permitem ao visitante observar cada detalhe, cada pincelada do artista.


O museu do prado disponibilizou um passeio onde você conhece o museu e os quadros de seu acervo permanente e tudo issso sem sair de casa. Como?
Um passeio virtual, em super alta definição, que começa pelas ruas de Madri. Chegando ao Prado, onde o museu pode ser visto em 3D. Você pode dar uma olhada no predio antes de entrar para conhecer as 14 obras-primas como nunca foram antes vistas.

O Prado é o primeiro grande museu a botar suas principais obras em altíssima definição na rede.

O trabalho foi feito por uma pequena empresa do centro de Madrid. Foi tão inovador, que eles documentaram bem o processo. Uma máquina fotográfica poderosa, fazendo milhares de fotos, muito bem calibradas, de cada pedacinho do quadro. Um imenso quebra-cabeças, depois montado no computador.

Os quadros podem ser vistos com nível de resolução 1,4 mil vezes superior ao de uma câmera de 10 megapixels. O trabalho, iniciado em maio do ano passado e encerrado em dezembro, consistiu em dividir os quadros em setores, obter fotos de alta resolução e montar o quebra-cabeças. A iniciativa não teve nenhum custo para o museu e pode ser ampliada dependendo da acolhida pelo público.

Dê uma olhada no processo



Pois é até os museus descobriram que a internet é uma ótima ferramenta para divulgar seu acervo. E pra nós é a oportunidade de conhecer novos lugares e acima de tudo é a democratização da cultura e da informação, pessoas que jamais teriam a oportunidade de ir até a Espanha conhecer o museu do Prado podem pela internet conhece-lo.

Viajar pela tela do computador ficou cada vez mais real.


Aproveite e conheça o museu Prado

http://www.museodelprado.es/bienvenido/

Por: Fabíola Mamedes

vídeo: www.youtube.com
imagens: www.google.com